quarta-feira, 5 de agosto de 2015

CABO FRIO PROMOVE AÇÕES PARA LEMBRAR O DIA ESTADUAL DE CONSCIENTIZAÇÃO, MOBILIZAÇÃO E COMBATE À HANSENÍASE

Ação foi promovida, simultaneamente, no PAM de São Cristóvão e no Hospital do Jardim Esperança

Nesta quarta-feira (5/8), Dia Estadual de Conscientização, Mobilização e Combate à Hanseníase, o Departamento de Dermatologia Sanitária da Secretaria de Saúde de Cabo Frio promoveu uma campanha de educação para a população no PAM de São Cristóvão e no Hospital do Jardim Esperança, com o objetivo de sensibilizar e conscientizar o público sobre a importância do diagnóstico precoce da hanseníase e da realização do tratamento.
 
– A hanseníase tem cura, o tratamento está disponível no SUS, mas o medo da discriminação ainda afasta pacientes das unidades de saúde e dificulta o diagnóstico e o tratamento da doença. Isso é perigoso porque o diagnóstico precoce é fundamental para que o tratamento seja iniciado o quanto antes, interrompendo a transmissão da doença e afastando o risco de ocorrência de sequelas – explica Veleida Imbiriba, coordenadora do programa.

Além da ação de conscientização, as equipes da Secretaria Municipal de Saúde de Cabo Frio realizam visitas domiciliares para identificar possíveis casos da doença, para que os mesmos possam ser encaminhados para um dos polos de tratamento.

A hanseníase é causada pelo bacilo de Hansen, um parasita que ataca a pele e nervos dos braços, mãos, pernas, pés, rosto, orelhas olhos e nariz, mas pode afetar outros órgãos. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas pode variar de dois até mais de 10 anos. Sua primeira manifestação consiste no aparecimento de manchas dormentes, de cor avermelhada ou esbranquiçada, em qualquer região do corpo. A doença pode causar deformidades físicas, que podem ser evitadas com o diagnóstico logo no início da doença e o tratamento imediato.

Nesta quinta-feira (6/8), a ação de conscientização será realizada no PAM de Santo Antônio, em Tamoios.

– A doença não é transmitida por abraços ou aperto de mãos, também não é necessário separar roupas ou talheres. E é importante reforçar que a hanseníase tem cura – conclui Veleida.

Texto: Alexandra de Oliveira | Assessoria de Imprensa da Secretaria Municipal de Saúde
Fotos: Divulgação Secretaria de Saúde
 
 

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