Pular para o conteúdo principal

CABOFRIENSE E AMERICA EMPATAM PELO ESTADUAL DA SÉRIE A

Em jogo com poucas emoções, Tricolor Praiano perde boas oportunidades no segundo tempo. Placar permaneceu inalterado na estreia das duas equipes na competição

Cabofriense e América ficaram no 0 a 0 na primeira partida de ambas as equipes no Campeonato Estadual de Futebol, em sua série A. A partida foi disputada na noite de sábado (30/1), no Estádio Municipal Correão. 

A partida foi disputada em um ritmo lento, com poucas chances de gol de parte a parte. Tomando mais a iniciativa por jogar em casa, a Cabofriense criou as melhores chances, principalmente no segundo tempo, quando o treinador Eduardo Húngaro promoveu mudanças na forma de jogar da equipe, desfazendo o esquema com três zagueiros e colocando mais um atacante. Apesar da mudança, o Tricolor Praiano não conseguiu traduzir a maior posse de bola em gols.

Ao final da partida, o técnico da Cabofriense fez sua análise sobre a atuação da equipe.

- Para mim, é mais importante a forma de jogar que o sistema. O sistema que colocamos em campo permitia a saída de sete jogadores para o campo do adversário. Nos treinos, ficou muito claro que a gente era mais ofensivo com três zagueiros do que com uma linha de quatro. O que aconteceu hoje é que a gente abriu mão de sair jogando no tiro de meta. Todas as vezes que nossa última linha procurou jogar, nosso meio de campo ficou mais móvel, com mais opção de passe. E, com isso, conseguimos construir jogadas um pouco mais à frente do campo. Quando você consegue subir terreno, entrar na intermediária do adversário, você está a um passo de começar a criar jogadas de gol. A diferença do primeiro para o segundo tempo foi a nossa saída de bola, seja por tiro de meta seja por jogo jogado - explicou Húngaro, em entrevista após o jogo.

A Cabofriense volta a jogar pelo Estadual nesta quarta-feira (3/2), quando enfrenta o Madureira, no estádio Aniceto Moscoso, no subúrbio carioca, às 17h.

Texto: Anderson Lopes
Fotos: Andreia Maciel | Assessoria de Imprensa da AD Cabofriense

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A CIDADANIA NOS DIAS ATUAIS

Cidadania é um termo cujo significado encontra-se em constante evolução, sendo modificado e ampliado através da história. Já esteve ligado somente ao exercício de direitos e deveres políticos, mas hoje, devido à evolução das relações sociais, possui um alcance muito maior que envolve também a questão da participação dos membros da sociedade em prol do bem comum. Há alguns anos atrás, os meios de participação social eram restritos, e daí também o conceito de que cidadão era aquele sujeito detentor do direito de voto. A nossa atual constituição federal trouxe enorme contribuição para a ampliação da noção de cidadania, através da instituição de diversos instrumentos de participação popular. Foi um grande passo, e por isso é chamada de “constituição cidadã”. A partir daí, algumas questões onde o abuso era mais evidente ganharam destaque e contribuíram ainda mais para a evolução da cidadania, como é o caso das questões de proteção aos direitos do consumidor e do agigantamento dos

DEMOLIÇÃO DOS QUIOSQUES NA PRAIA DAS CONCHAS E ILHA DO JAPONÊS

Na sexta-feira passada (15), aconteceu a demolição de quiosques na Praia das Conchas e na Ilha do Japonês por fiscais do INEA. Incrível a forma autoritária como as coisas acontecem hoje! Parece que o desrespeito e a força têm sido os principais instrumentos para atingir os objetivos! A questão ali estava sub judice , não havia ainda sentença determinando a demolição, como podem ver abaixo na tramitação do processo. E ainda, a forma como foram feitas as demolições revela total despreparo. Não respeitaram os carrinhos de ambulantes ali guardados, destruíram TUDO, quebraram vidros sem o menor cuidado e preocupação, deixando os pedaços espalhados pela areia da praia, agredindo aquele ambiente natural. Muito triste ver como tornou-se comum resolver as coisas "na marra". Falta total de respeito com anos de trabalho, afinal os quiosques pertenciam a trabalhadores e foram demolidos sem decisão judicial para tal. Seria muito bom saber o que a prefeitura tem a dizer sobre esse triste,

TEXTO EXCELENTE SOBRE RESILIÊNCIA

Como se forma um gênio como o escultor Auguste Rodin?   por Regis Mesquita   Blog www.psicologiaracional.com.br Em 1840 nasceu um gênio chamado Auguste Rodin? Não, ele se tornou um gênio , nasceu com potencialidades, vocações e plano de vida. A sua genialidade foi o fruto final de um longo processo de estudos, tentativas, erros, treinamentos, aprimoramentos, fracassos. Para cada obra bem feita, ele deve ter tido pelo menos uns 400 fracassos. Olhando pelo lado da proporção, o genial Rodin foi um fracassado. O pior vem agora: para cada obra Genial, para cada "obra prima", ele deve ter tido pelo menos uns mil fracassos (obviamente, estes números são projeções minhas). Rodin era pobre, foi rejeitado três vezes ao tentar entrar em escolas de artes. Mas, ele tinha uma arma infalível: ele brincava com a arte. Em nossa sociedade nós dizemos: "isto não é brincadeira, vamos fazer as coisas com seriedade. Se seguisse este preceito, Rodin teria si