domingo, 27 de julho de 2014

O FIM DO MUNDO?

"O reino dos Céus é semelhante a uma rede que foi lançada ao mar e apanhou peixes de toda espécie: e depois de cheia, os pescadores puxaram-na para a praia; e sentados, puseram os bons em cestos, mas deitaram fora os ruins. Assim será no fim do mundo: sairão os anjos e separarão os maus dentre os justos, e lançá-los-ão na fornalha do sofrimento; ali haverá choros e ranger de dentes."  Mateus 14:47-50


"Neste arrastão que já ocorre no Planeta, nesta separação dos peixes-homens, quem serão os que ficarão? Jesus nas Bem aventuranças nos esclarece, quando diz: Bem aventurados os mansos, porque herdarão a Terra. É necessário adquirir esta virtude, da mansidão. A mansuetude entendendo como aquele estado de alma pacificada, que não paga mal com mal, mansidão como aquele que já se liberou da agressividade, que implantou em si os referenciais de tranquilidade íntima de consciência".

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Cataclismos, mudanças climáticas, alteração do eixo magnético da Terra, desastres coletivos, informações sobre um novo planeta conhecido como Nibiru e profecias de diversos povos sobre eventos dramáticos serão realidade? Será que está próximo o fim do mundo? 

Vamos refletir sobre o tema, com base na parábola da rede, trazida por Jesus e contida no capítulo 14 do Evangelho de Mateus, onde o Mestre nos fala sobre o Reino dos Céus e o fim do mundo. Neste capítulo encontramos uma sequência de parábolas dentre as quais as que Jesus fala da separação do joio do trigo e dos bodes das ovelhas, que têm correlação com a parábola da rede que é o fechamento destas parábolas.

Podemos refletir sobre o Reino dos Céus e o Fim do Mundo sobre dois aspectos: Um do ponto de vista individual, outro do ponto de vista coletivo.

Do ponto de vista individual, O Reino dos Céus é um estado interior, de pacificação dos sentimentos, de bem aventurança emocional, de sintonia com as leis divinas e com o Cristo interior. Jesus nos disse que o Reino dos Céus não vem com aparência exterior e que está dentro de nós.

Do ponto de vista coletivo, quando os habitantes de nosso globo estiverem vivenciando o Reino dos Céus em si, este reino também estará implantado na Terra e nosso planeta também será um Reino dos Céus.

Mas Jesus se utiliza da imagem de uma pescaria, um arrastão, para falar sobre o tema. Na época de Jesus, utilizava-se do arrastão como uma forma de pesca. Depois de lançada a rede os pescadores puxavam-na para a praia e separavam o que interessava. Do ponto de vista individual, a parábola fala dos pescadores, simbolicamente, podemos pensar sobre as pessoas que já estão buscando seu progresso espiritual de forma consciente, lançando suas redes para buscar tudo aquilo que lhe parece de valor. Buscamos "peixes-valores" em palestras, livros, programas de TV, em conversas com pessoas que pensamos que podem agregar algo de positivo em nosso crescimento, etc. Mas nem tudo que reluz é ouro. Por isso a necessidade de em um momento de reflexão, exercitar o discernimento para separar dentre aquelas informações-peixes que nos chegaram, aquelas que realmente nos são importantes e descartar aquelas que tem só aparência de utilidade, mas são ruins.

O fim do mundo no aspecto individual pode ser visto como o fim de um ciclo, de um período, remetendo-nos ao término da reencarnação, onde a separação dos bons ou não é feita por sintonia vibratória, realizada pelos anjos da nossa própria consciência. Se liberados por ela encontramos a felicidade, se não, ser lançado na fornalha do sofrimento nos remete à necessidade de nova encarnação, onde o calor das duras experiências nos amolece o coração e nos impulsiona rumo à Deus e à elevação espiritual.

Do ponto de vista coletivo, encontramos no último capitulo de A Gênese, de Allan Kardec, que os mundos evoluem de duas formas básicas: uma fisicamente, decorrente das mudanças geológicas, que possibilitam o aprimoramento das formas de vida existentes no orbe, outra moralmente, decorrente da evolução moral-espiritual dos habitantes deste orbe.

O benfeitor espiritual Emmanuel, em sua memorável obra A caminho da Luz, nos fala que há alguns milhares de anos, em um dos planetas de uma estrela chamada Cabra ou Capela, na constelação do Cocheiro, estava ocorrendo um arrastão, como nos conta a parábola da rede. Este mundo estava alcançando as culminâncias de um de seus extraordinários ciclos evolutivos, deixando de ser um planeta de provas e expiações para tornar-se um planeta de regeneração. Acontece que alguns milhões de habitantes deste orbe estavam impedindo a consolidação do plano de regeneração em Capela, por estarem em desacordo com os novos parâmetros de evolução deste mundo e foram exilados em mundo primitivo por determinação dos numes diretores para, após duras provas de reabilitação, alcançarem o aval da própria consciência para voltarem a sua doce Capela. Vieram estes espíritos habitar a Terra dentre as raças primitivas para evoluírem moralmente e auxiliar na evolução da humanidade terrestre. Os capelinos trouxeram grandes avanços para a Terra, já que tinham grande desenvolvimento mental em relação aos terrenos.

Mas se em Capela ocorreu este arrastão, na Terra também poderá ocorrer? Sim, é o que nos dizem diversos benfeitores espirituais em suas mensagens, bem como encontramos na própria obra da codificação.

A benfeitora espiritual Joanna de Ângelis, nos diz que "opera-se, na Terra, neste largo período, a grande transição anunciada pelas Escrituras e confirmada pelo Espiritismo.", que o período da transição encontra-se em pleno andamento.

Quando a Doutrina Espírita chegou à humanidade, instaurou-se na Terra uma nova era. O planeta entra na idade da maturidade, deixa a adolescência espiritual, para adentrar em um período de maior compreensão espiritual e consequentemente maior responsabilidade de atitudes.

Em A Gênese, nos capítulos 17 e 18, que tratam do Juízo Final, dos Sinais dos Tempos e da Geração Nova, Kardec discorre sobre o tema e transcreve a comunicação clara da espiritualidade sobre como se dá esta mudança. São períodos estes de clímax da transição, onde geralmente ocorrem transformações físicas e morais concomitantes. Para aqueles que vivem nestes períodos e observam as transformações apenas no momento, parece que as leis da natureza foram derrogadas ou estão fora de controle, mas na verdade em tudo há um encadear de acontecimentos cíclicos que para olhos espirituais e perspicazes estes são momentos que podem ser previstos com antecedência. Tudo é perfeito e está dentro das leis físicas e divinas.

Neste arrastão que já ocorre no Planeta, nesta separação dos peixes-homens, quem serão os que ficarão? Jesus nas Bem aventuranças nos esclarece, quando diz: Bem aventurados os mansos, porque herdarão a Terra. É necessário adquirir esta virtude, da mansidão. A mansuetude entendendo como aquele estado de alma pacificada, que não paga mal com mal, mansidão como aquele que já se liberou da agressividade, que implantou em si os referenciais de tranqüilidade intima de consciência.

A Benfeitora Joanna de Ângelis em sua mensagem nos solicita o esforço de regeneração individual, dizendo que na mente está a chave para esta grande mudança. Mudança para sentimentos elevados, atitudes dignas e palavras corretas.

A espiritualidade superior nos convoca a tomarmos parte ativa neste período de transição, atuando de forma consciente na vivencia e implantação do Reino de Deus em nós e naqueles corações os quais convivemos lembrando das palavras de João no Apocalipse: "Nada temas das coisas que hás de padecer."(2:10). 

Rodrigo Ferretti

(A versão na íntegra e as referências bibliográficas deste texto podem ser acessadas em http://www.feig.org.br/index.php/ddivulgacao/estudos-e-artigos/245-o-fim-do-mundo )

segunda-feira, 21 de julho de 2014

NAS ASAS DE UM SONHO: A HISTÓRIA DE ROBERTO VASCON


As histórias de vida de pessoas determinadas, realizadoras e batalhadoras muito me encantam. 

Estas pessoas brilham como cometas, e seus rastros de luz são um convite para que aprendamos também a seguir o caminho da vitória. 

São histórias incentivadoras, que impulsionam aquilo que temos de melhor dentro de nós, alavancando nosso íntimo e despertando dons que nem mesmo nós sabíamos existir. 

Sonhos, fé, luta, alegria, superação, realizações, vitória: estes são os ingredientes da história de vida do designer mineiro Roberto Vascon.
Eli Roberto Vasconcelos Matos, nascido na cidade de Raposos, região metropolitana de Belo Horizonte (MG), começou sua caminhada como o garoto Eli, que, desde bem pequeno, e muito talentoso para vendas, recolhia ferro velho, garrafas e sucatas para vender. Carismático, dono de um sorriso iluminado, enfrentou com alegria duras provas da vida até tornar-se o famoso estilista internacional, designer de bolsas, Roberto Vascon. 

Não teve medo. Enfrentou o desconhecido de peito aberto, pois sempre soube que nunca estava sozinho. Sua fé não deixou que o medo bloqueasse seus sonhos. Conversava com Deus naturalmente, como quem conversa com seu melhor amigo, e assim seguiu suportando o frio e a solidão das noites dormidas em um banco de praça do Central Park, em Nova York, quando chegou aos EUA.

Para Roberto, a vida é uma festa de Deus. E foi com esse espírito festivo e alegre que ele venceu e provou pra si mesmo que era possível realizar seus sonhos. Claro que viveu momentos tristes, muito penosos, e os viveu a fundo, na mesma plenitude com que viveu seus momentos mais felizes, mas a alegria de sentir-se um convidado de Deus para esta festa maravilhosa sempre falou mais alto e nunca deixou seu coração se fechar. E é com esse mesmo espírito festivo e alegre que permanece até hoje produzindo as mais lindas bolsas, cada uma com sua característica única, como se cada uma também contivesse uma parte dessa alegria contagiante de Vascon. 

"Nas asas de um sonho" é o livro que contém sua biografia. Recomendo a todos os amigos leitores que leiam e conheçam a trajetória da vida de Roberto Vascon. É um daqueles livros envolventes e que nos leva a viver as mais variadas emoções junto com seu protagonista. É o exemplo vivo de que a fé  profunda pode transformar radicalmente uma vida, e que seu poder de superação será tão mais forte quanto maior for sua ligação com seu Eu verdadeiro, onde estão seus sonhos e sua determinação. 

Um livro que nos fazer querer participar cada vez mais intensamente dessa festa maravilhosa que Deus nos proporciona a cada dia.

Luciana G. Rugani

sábado, 19 de julho de 2014

RECADO DE PACIENTES COM CÂNCER PARA OS POLÍTICOS

Os governantes, no momento em que tomam posse de seus cargos, assumem também pesados encargos. São milhões de vidas que dependem de suas ações. A responsabilidade é grande, tanto a nível físico quanto a nível espiritual. Pode haver responsabilização civil e penal, de acordo com as leis dos homens, e há também a responsabilização espiritual, pois ser colocado à frente do gerenciamento de recursos públicos é uma das mais difíceis provas a que é submetido um ser humano. Várias mensagens espirituais nos explicam o grau de complexidade dessa responsabilidade e as consequências dolorosas da negligência nessa questão.

As ações dos homens públicos dão-se por meio da execução de diversas políticas públicas existentes.  De todas elas, entendo que a saúde, tanto preventiva quanto curativa, deva ser a prioridade das administrações públicas.

É por isso que hoje venho ajudar a divulgar uma mensagem que está circulando na internet. Trata-se da gravação do recado de algumas pacientes de câncer para todos os políticos.
Assistam, clicando no vídeo abaixo:


Luciana G. Rugani

segunda-feira, 14 de julho de 2014

QUANDO A CORRUPÇÃO NÃO ENXERGA LIMITES

A física e a matemática são ciências exatas. Não há o que questionar em suas fórmulas, não há "mas" nem "talvez". Alicerçadas em suas fórmulas e teoremas, obras incríveis são edificadas, e isso tem sido assim desde tempos antigos, como, por exemplo, na utilização de cálculos precisos para construção das pirâmides no Egito.

A engenharia tem por base principal estas duas ciências. Qualquer obra construída em conformidade com os cálculos e normas de engenharia e em local com boa estabilidade geológica, podemos dizer que certamente tem tudo para ser uma obra firme, segura e durável. Mas esta certeza começa a se abalar quando, à exatidão dos cálculos, une-se o componente humano. Vejamos sobre o caso do viaduto em construção que caiu recentemente em Belo Horizonte matando duas pessoas e ferindo outras vinte e três:

O caso ainda está sendo apurado, mas algumas considerações já começam a surgir.

Não sou engenheira, mas, de forma geral, penso que se há um projeto de construção, principalmente em se tratando de uma obra pública, como é o caso, este projeto deve ser aprovado pelos órgãos competentes, onde se verifica sua exatidão entre outros quesitos. Além disso, deve ser realizada uma sondagem no terreno para se certificar de que o solo suporta aquela obra e que o projeto seja adequado para ficar em consonância com as condições do solo. Posteriormente, vem a fase de execução da obra, sempre sob os olhos atentos da fiscalização do poder público, que, logicamente, deve contar com um corpo técnico capacitado para isso.

Se considerarmos a hipótese de algum erro em algumas destas fases, lembremos que, pelo menos em tese, houve fiscalização pública em todas as etapas. Pode acontecer de passar algum erro, mas, se pensarmos bem, é muito difícil um erro passar despercebido quando há uma fiscalização bem feita e completa. Se passou, é sinal de que há também alguma falha nesta fiscalização.

Agora vamos considerar a hipótese do uso de materiais e prazo inadequados. Aqui é que o componente humano a que me referi acima tem chance de fazer mais estragos. Foi publicado na imprensa que o projeto deste viaduto já estava sob investigação do Ministério Público Estadual, o qual identificou superfaturamento de materiais, falhas diversas na execução da obra, e também problemas com prazo de entrega. Ora, o que é isso senão o dedo de politicagem suja a interferir e anular a perfeita exatidão da engenharia? Sabemos que superfaturamento de custos envolve favorecimentos acordados com empreiteiros e "oficializados" através de licitações forjadas, onde geralmente paga-se um alto valor pelo material e em contrapartida recebe-se material inadequado, de baixa qualidade. Nenhum brasileiro desconhece que exista essa cultura muito comum de colocar o bem público a serviço de benefícios particulares, benefícios estes que derivam do financionamento milionário das campanhas políticas por empresários e "laranjas".

Que engenharia de qualidade resiste ao componente político mal intencionado? Bastou essa constatação do MPE para que a credibilidade de todo o processo também caísse por terra. Se constata-se o superfaturamento, pode-se confiar também na fiscalização exercida ou ela não estaria sob suspeita?

O que normalmente acontece em casos como este é apontarem um culpado, geralmente um engenheiro, ou outro funcionário qualquer, um bode expiatório, sem irem além na apuração das circuntâncias e pressões que levaram este funcionário à execução do projeto daquela forma. As pressões, o material de baixa qualidade, a ordem de cima para que a obra siga em ritmo acelerado e com corte de custos, normalmente nada disso é apurado. Aponta-se como culpado um indivíduo que lida diretamente na obra e olvida-se as pressões e desmandos dos hierarquicamente superiores.

A queda deste viaduto em BH vai ficar na história da engenharia. Um triste fato que veio mostrar que existem limites a serem respeitados. Não adianta tentar burlar as normas e cálculos para aumentar o "ganho". A exatidão da engenharia não se submete aos delírios de ganância da corrupção. 

A população deve acompanhar esta apuração, este fato não pode cair no esquecimento, precisamos parar de achar normal esse jogo corrompido que impera há muito nas administrações públicas. Pode ser comum, mas não é normal, não é o correto. A corrupção mata todos os dias, e este acontecimento pode ter sido uma triste amostra desta realidade. 

fonte das informações: 

http://noticias.r7.com/minas-gerais/construtora-de-viaduto-que-desabou-em-bh-e-investigada-por-superfaturamentos-de-r-271-milhoes-14072014
http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2014/07/04/interna_gerais,545281/obra-do-viaduto-que-desabou-em-belo-horizonte-estava-atrasada-e-superfaturada.shtml
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Mobilidade-na-corda-bamba/

Luciana G. Rugani

sexta-feira, 11 de julho de 2014

RECOMENDAÇÃO DE FILME: "PLANETA ÁGUA"


Filme do diretor e ambientalista francês Yann Arthus-Bertrand, "Planeta Água" é um documentário sobre os oceanos, desde a sua origem até os dias de hoje. 

O mundo dos oceanos, este reino de vida que guarda preciosos mistérios da Criação, é retratado através de imagens envolventes e uma riqueza de informações que acabam por aguçar ainda mais nossa curiosidade sobre o tema. 

O filme nos mostra exemplos da atuação direta da lei do equilíbrio, desde o ambiente microscópico da natureza marinha até a interação homem-oceano. Na natureza, tudo tende a se equilibrar. Excessos não existem em um ambiente equilibrado. E esta é uma lei natural de nosso planeta, da qual não podemos fugir. Se causamos algum desequilíbrio, a natureza alguma resposta nos dará, pois a busca do equilíbrio é constante. 

A pesca de arrasto, a inundação de elementos plásticos em nossos mares, aves marinhas mortas com seus estômagos repletos de plásticos e outros objetos, a ambição sem limite dos seres humanos ao lidar com a natureza, tudo isso é mencionado no filme de forma didática, esclarecedora, que nos chama à responsabilidade urgente de agirmos, de participarmos de forma ativa na defesa deste rico patrimônio que corre sério risco de estar destruído daqui a poucos anos. Toda essa interação irresponsável do ser humano junto à natureza provoca desequilíbrios, faz proliferar mais algumas espécies que outras, e isso volta para o ser humano de forma danosa. Temos o exemplo da invasão de águas-vivas (meduzas) que já acontece em diversas praias, e que vem prejudicando o ambiente marinho e também o turismo. Alguns peixes como o atum e tartarugas marinhas são os predadores naturais das meduzas. A pesca desenfreada, e principalmente a pesca de arrasto que recolhe indiscriminadamente tudo que se agarra nas redes, tem causado o desaparecimento destes peixes e levado muitas tartarugas à morte. Em consequência, as meduzas se proliferam demasiadamente, provocando o desequilíbrio no ambiente que, por sua vez, atingirá outras espécies, além de prejudicar também a presença de banhistas nas praias.

O filme, lançado em 2012, foi exibido aos participantes da conferência Rio + 20, no mesmo ano.

Não deixem de assistir. Somos todos, enquanto seres humanos habitantes deste planeta, responsáveis pela preservação da vida que aqui ainda existe. Sem a presença humana, o ambiente se organizava harmoniosamente de forma natural. Será possível que o homem, ser dotado de inteligência e incrível capacidade criadora, topo da cadeia alimentar, vai se deixar levar pela ilusão do ganho desmedido e permitir a destruição da vida na Terra? Não seria isso até mesmo uma ofensa à sua própria inteligência e racionalidade? Ainda é tempo de acordarmos, de colaborarmos para que esse alerta seja constantemente debatido nas redes sociais e levado aos nossos governantes. Façamos cada um a nossa parte dentro daquilo que lhe é possível. Busquem o filme, assistam, informem-se. Aqueles que trabalham com educação ambiental, levem-no para assistirem junto aos seus alunos. Associações, governos, providenciem sua exibição em salas de cinema. Vale a pena esclarecer, vale a pena se informar, vale a pena cuidar. É a VIDA quem nos pede isso.

Luciana G. Rugani

terça-feira, 8 de julho de 2014

ALGUMAS PALAVRAS DE ANDREI MOREIRA SOBRE A VITÓRIA

por Andrei Moreira

Compreensível que no mundo das disputas competitivas, como o do futebol, a derrota seja considerada fracasso e os jogadores e técnicos sejam culpabilizados, freqüentemente com rigor excessivo e até mesmo crueldade, sem consideração com seus esforços humanos.

O preocupante é sermos uma sociedade mundial comandada pelo consumo, pelo imediatismo e pela disputa, onde sucesso signifique a vitoria sobre os outros, o destaque, o poder e o primeiro lugar.

Sucesso, numa perspectiva espiritualista mais ampla, é a conquista e a vitória sobre si mesmo, vivendo e fazendo o seu melhor a cada instante, celebrando os resultados felizes e aprendendo com os desafios ou equívocos da caminhada, recomeçando e seguindo em frente, sempre. 

Tristeza e insucessos fazem parte da existência. Nesta perspectiva, tudo é aprendizado no jogo da vida. 

Felicidade não é destino, é postura, determinada pela maneira como enxergamos e analisamos os fatos.

domingo, 6 de julho de 2014

A COPA DO MUNDO E SUAS LIÇÕES PARA A VIDA


Eu costumo comparar algumas ocorrências da copa do mundo com fatos de nossa vida cotidiana. Fiz isso na copa passada, no jogo Brasil X Holanda, e também há uns dias atrás no jogo do Brasil X Chile, em artigo postado aqui no dia 28 de junho.

Hoje refletirei em torno do ocorrido com o jogador Neymar. 

Neymar é um jogador novo, podemos até dizer que é um garoto ainda, mas que rapidamente se destacou como um dos melhores do mundo. Seu trabalho como atacante faz a diferença na seleção e seus adversários sabem disso. Por isso, desde o início da copa ele tem sido bastante marcado e perseguido violentamente por alguns jogadores.

O esporte reflete a vida. Na vida, qualquer trabalho que a pessoa realizar, entrando de cabeça e coração, com vontade, e principalmente se este trabalho se destacar de alguma forma, despertará a atenção de outras pessoas nem sempre de boa vontade e que nem sempre agirão com o devido respeito e, pior ainda, algumas irão querer até mesmo paralisar e derrubar a obra feita. Para isso usam violência, fofoca, maledicência, enfim, colocam em uso os mais pobres recursos, típicos de mentes imersas em ignorância. É como a fábula do vagalume e da serpente, em que a serpente diz que comeria o vagalume simplesmente por não suportar vê-lo brilhar. 

Com Neymar aconteceu o que aconteceu justamente porque ele é um destaque no esporte. Seu trabalho chamou a atenção e por isso foi perseguido durante todo o campeonato. Brilhou, se destacou, sofreu perseguição.

Ficam aqui as minhas palavras para o Neymar: é fato que houve a agressão, que existe a dor, o sofrimento. Mas também é fato que não perdeu o brilho só por esta queda. Apenas dará um tempo, uma pausa para recuperar, mas voltará à luta, pois essa luta é sua vida. Voltará a brilhar ainda mais, pois a queda nos impulsiona a subir até mais alto. Pode até ser que a batalha desta copa ele não lute mais, mas isso não o fará desistir de ser um lutador, tendo ainda pela frente muitas outras batalhas. Não se apaga a chama de um guerreiro, não se apaga o brilho pessoal. O talento, a vontade, o amor pelo que se faz, isso ninguém apaga, seguirá eternamente com quem o possui abrindo as portas de outras experiências à frente, afinal de contas, é lei da vida: aquilo que se constrói com Amor e Vontade não se perde JAMAIS!

Luciana G. Rugani

quinta-feira, 3 de julho de 2014

TURISMO: AEROPORTO INTERNACIONAL DE CABO FRIO

Texto de Telma Flora
Assessora de Imprensa – Secretaria de Turismo de Cabo Frio (RJ)

Sobre o Aeroporto Internacional de Cabo Frio
Inaugurado em dezembro de 1998, pelo então prefeito Alair Corrêa (foto), desde 2001, o Aeroporto Internacional de Cabo Frio é administrado pela iniciativa privada, após concessão pela Prefeitura. Hoje opera três voos semanais, para Belo Horizonte e Campinas. Sua localização fez com que se transformasse em um hub para o segmento offshore, atendendo as plataformas de petróleo na Bacia de Campos e de Macaé, operação que envolve voos diários de helicópteros.
Por estar localizado em uma cidade de grande apelo turístico, seu movimento na alta temporada de verão sofre aumento no tráfego aéreo. Em janeiro, foram 60 voos comerciais, que geraram um fluxo de 60 a 100 passageiros por dia. Em 2013, o balanço mostra que foram 230 mil passageiros transportados.
O aeroporto recebe também um voo cargueiro regular (semanal) da Europa,  que sai de Amsterdã. Com isso, Viracopos, em Campinas, deixou de ser a única opção do importador fluminense para recebimento de cargas da Europa. É ganho de eficiência logística e de arrecadação para o estado do Rio. Recebe ainda outros dois voos cargueiros semanais, vindos de Miami.



Fotos: perfil facebook Secretaria de Turismo de Cabo Frio (ttps://www.facebook.com/media/set/?set=a.683539138383551.1073741998.445690982168369&type=3)
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