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Mostrando postagens de Julho, 2015

JORNAL O CIDADÃO - CABO FRIO EM DESTAQUE: RESUMO DAS PRINCIPAIS NOTÍCIAS DO MÊS DE JULHO

Minha coluna no jornal O Cidadão Cabo Frio em “DESTAQUE” Dia 30 de julho de 2015 Por Luciana G. Rugani EDUCAÇÃO: – No início do mês, aconteceu o “I Encontro de Práticas Pedagógicas na EJA – Educação de Jovens e Adultos”, com o objetivo de promover um intercâmbio de experiências pedagógicas entre profissionais e alunos. Os alunos fizeram apresentações artísticas e exposições dos trabalhos desenvolvidos em sala de aula. Além dos muitos desafios a serem enfrentados, agora há também na cidade o projeto EJA diurno, oferecido no turno da tarde. – A Secretaria Municipal de Educação de Cabo Frio está oferecendo um   Ciclo de Palestras , em parceria com o Instituto Federal Fluminense (IFF), sobre os 400 anos de fundação da cidade. O evento é aberto à participação de qualquer pessoa interessada. As palestras acontecem no Centro de Estudos em Educação Natália Caldonazzi (Casa do Educador), na Rua Coronel Ferreira, nº 221, no bairro Portinho, e também no campus do IFF em

DIÁRIO CABOFRIENSE: PARA VIVERMOS O PRESENTE

Minha coluna de hoje no jornal "Diário Cabofriense". Abaixo da foto, segue o texto para mais fácil leitura: Uma amiga compartilhou comigo um texto lindo, muito emocionante, intitulado “ Para quando eu me for ”, de autoria desconhecida. O texto conta a história de um pai que morreu jovem, mas antes de partir deixou várias cartas para serem lidas por seu filho, se assim o desejasse, nos mais relevantes acontecimentos futuros de sua vida. E uns cinco dias após receber esse texto, leio no jornal “O Globo” uma matéria contando a história real de uma mãe americana, com câncer terminal, que fez o mesmo com sua filha. Foi a forma que encontraram de se manterem presentes em sentimento, ainda que não fisicamente, durante toda a vida dos seus filhos. Essas cartas foram escritas, tanto na ficção quanto na realidade, por pessoas com doença terminal. Mas, se pensarmos bem, qual a diferença que há em relação à certeza da morte que um dia virá para qualquer um de nós? A diferença é que,

DIÁRIO CABOFRIENSE: REFLETINDO SOBRE O “DIA DO AMIGO”

Minha coluna de hoje no jornal "Diário Cabofriense". Abaixo da foto, segue o texto para mais fácil leitura: Na segunda-feira, 20 de julho, comemoramos o "Dia do Amigo".  E por falar em “amigo”, será que ainda sabemos realmente o seu significado? O termo tornou-se hoje tão banalizado, que parece que o significado original perdeu-se no tempo. Algumas redes sociais (o facebook, por exemplo) colaboraram muito com essa banalização ao utilizarem o termo para designar os membros da rede. Melhor e mais de acordo seria se esses fossem chamados “seguidores”. Pesquisando em várias fontes sobre o significado da palavra "amigo", encontrei em todas elas alguns quesitos comuns que caracterizam uma relação amistosa, quais sejam:  afeição, apreço, admiração, querer bem, reciprocidade, intimidade, intercâmbio de ideias, compartilhamento, compreensão, aceitação das diferenças, etc. Então, quando vemos diversas pessoas se autoafirmando "amigos", principalmente

SETE HÁBITOS QUE PRECISA ABANDONAR SE QUISER REALIZAR OS SEUS SONHOS

1. Medo do julgamento A eterna pergunta “o que os outros vão pensar?” ainda prevalece no topo dos bloqueios. A preocupação com essa imagem idealizada nos impede até de descobrir quem somos e o que queremos de verdade. 2. E se não der certo? Filho do medo do julgamento, o medo de errar também paralisa. Porém o mais curioso nisso é que esse medo nos cega para o seguinte fato: se não estivermos em nosso verdadeiro caminho, as coisas já estão erradas. É ou não é? 3. Procrastinação Quando eu tiver mais dinheiro, mais tempo, quando as crianças crescerem, quando eu me aposentar… A lista é grande e esse amanhã nunca chega! 4. Perfeccionismo Muita gente acha que o procrastinador é um “desleixado”, entretanto, na maioria das vezes, ele é mesmo um perfeccionista. Se não for perfeito, nem faço, não tento, não arrisco. E tudo vai ficando sempre para depois, um tempo imaginário onde só há perfeição. 5. Falta de presença Não se ouvir, não saber ficar na própria companhia, não se permitir

DIÁRIO CABOFRIENSE: VIVEMOS TEMPOS LÍQUIDOS

Minha coluna de hoje no jornal "Diário Cabofriense". Abaixo da foto, segue o texto para mais fácil leitura: Em seu livro "Amor líquido", o sociólogo polonês Zygmunt Bauman fala sobre o quanto que hoje em dia as relações se tornaram líquidas, próprias de um tempo também "líquido". Zygmunt é um dos maiores intelectuais da atualidade. Aos 87 anos, seus livros já venderam mais de 200 mil exemplares. Eu não conheço os livros de Zygmunt, mas assisti à sua entrevista em um vídeo do youtube onde fala do assunto. Ele chama de "tempos líquidos" o tempo atual, onde nada é feito para durar. A ideia de "descartável" tomou conta também das relações humanas, sejam elas presenciais ou virtuais, e assim afinidades são coisas raras. As pessoas estão tomadas pelo medo e pela insegurança. Querem relacionar-se, mas temem se machucar. Não se doam nas relações e chegam até mesmo a cortar os vínculos ante o menor sinal de divergência. Segundo o autor

A SECA NO SUDESTE E A DESTRUIÇÃO DA FLORESTA AMAZÔNICA

Abaixo segue entrevista realizada pelo escritor e jornalista Marcelo Csettkey com Antônio Donato Nobre, pesquisador e cientista  do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), sobre um dos grandes problemas de nossa atualidade: a falta de chuvas na região sudeste do país e sua relação direta com o desmatamento e consequente destruição que vem ocorrendo em nossa floresta amazônica.  A entrevista faz parte do livro "A floresta amazônica garante nossas vidas", de Marcelo Csettkey. Luciana G. Rugani JORNAL DE DEBATES > ENTREVISTA / ANTONIO DONATO NOBRE A água nossa de cada dia Por Marcelo Csettkey em 10/02/2015 na edição 837 Há uma ficção que traduz com semelhança a situação que ora vivemos. Um cientista anteviu uma catástrofe climática inevitável no filme O dia depois de amanhã. Os políticos o ignoraram, até que o pior previsto aconteceu. A diferença

DIÁRIO CABOFRIENSE - O QUE TEMOS PRA HOJE: PASSEIO À PRAIA DO FORTE

Minha coluna de hoje no jornal "Diário Cabofriense". Abaixo da foto, segue o texto para mais fácil leitura: Sexta-feira passada foram anunciadas as 83 cidades que participarão da jornada da tocha olímpica pelo país. O prefeito Alair Corrêa havia publicado a notícia da assinatura do convênio com o COI - Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016, no dia 23 de junho passado. Trata-se de mais um importante evento de que nossa cidade fará parte, mais uma excelente oportunidade de divulgação turística de nossas belezas naturais e de no ssos pontos turísticos com potenciais de beleza e história para atrair pessoas do mundo inteiro. Pensando nisso, de vez em quando falarei sobre alguns pontos turísticos de Cabo Frio para ir somando material sobre a cidade e assim colaborar com sua divulgação. E ainda, em minha opinião, seria muito bem-vinda a colaboração de todo e qualquer cidadão nessa tarefa. Qualquer um que vive e ama essa cidade pode contribuir, por meio da internet, co

400 ANOS DE CABO FRIO - AUTOR: BABAU DE CABO FRIO

400 anos de Cabo Frio. Autor: Babau de Cabo Frio. Intérprete: Babau. Back Vocal: Zenóbia.Cavaco e Violão: Dé. "... Posted by Luiz Fernando Babau on  Sábado, 4 de julho de 2015  400 anos de Cabo Frio 1615 Imagine uma enorme caravela Singrando o oceano azul de Cabo Frio. Aqui aporta Constantino Menelau, Vindo lá do Rio. Das fortalezas Santo Inácio e São Matheus Defende  a terra e o pau-brasil Que a pirataria saqueava E carregava pelo mar servil Constantino funda a terra amada Com a influência da água gelada Que no corpo dava arrepio Assim a ressurgência fez nascer A Santa Helena de um cabo frio Protegida a cidade da maldição Pediram benção a Senhora d'Assunção Parecia magia a paisagem encantada e colorida Com a mata verde pássaros gigantes Tudo aqui era deslumbrante Água clara e areia cristalina gente inocente Como era a índia menina. 400 anos se passaram Fomos Tamoios exterminados por Salema Fomos lyras e

DIÁRIO CABOFRIENSE: FÉ, RELIGIÃO E RESPEITO

Minha coluna de hoje no jornal "Diário Cabofriense". Abaixo da foto, segue o texto para mais fácil leitura: Devido às várias notícias sobre intolerância religiosa que temos ouvido ultimamente, me deu vontade de escrever umas breves palavras sobre fé, religião e respeito. E como às vezes repetimos tanto as palavras que acabamos até nos esquecendo de suas origens e significados, começarei buscando o significado de “fé”. O que seria a fé? No dicionário, fé significa “confiança absoluta em algo ou alguém”. E confiança é algo adquirido com a experiência, o entendimento e a percepção pessoais, que brota de dentro de cada ser, portanto temos que a fé é algo interno, de foro íntimo. Assim, podemos ter fé em alguém, na realização de algo, e em várias outras coisas, além da própria fé religiosa. Agora vejamos o significado de “religião”. A palavra “religião” deriva do latim religare = ação de religar. No dicionário, seus significados remetem sempre a alguma crença que busca ligar o