Pular para o conteúdo principal

INAUGURADA A TRADICIONAL ILUMINAÇÃO DE NATAL EM BELO HORIZONTE

Quarta-feira, dia 5 de dezembro, foi inaugurada a tradicional iluminação de natal da Praça da Liberdade, um dos cartões postais mais conhecidos de Belo Horizonte.
Interessante destacar a junção do tradicional com um aspecto moderno das luzes em movimento.
A decoração está organizada de forma a permitir sua contemplação de dia e de noite. Mas é a noite que as luzes em tons de verde, vermelho e branco proporcionam todo o encanto!
A iluminação de natal alcançará também outros pontos importantes da cidade, como a sede da CEMIG, na avenida Barbacena; o Palácio das Mangabeiras; a Cidade Administrativa e a Assembleia Legislativa. Mais de 1,5 milhão de microlâmpadas serão instaladas na capital mineira,  sendo 150 mil metros de cordões, e mais de 13 mil metros de mangueiras luminosas, com investimento da ordem de R$ 1,6 milhão.
Além disso, também receberão iluminação 49 árvores da Avenida Cristóvão Colombo, no trecho da avenida do Contorno à Praça da Liberdade, no bairro Savassi; o prédio da Prefeitura, na Avenida Afonso Pena, em frente ao Parque Municipal, e a Avenida Afonso Pena, no trecho que vai da rua da Bahia à avenida Carandaí.

Luciana G. Rugani


                                                                    a beleza da decoração diurna

Comentários

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

A CIDADANIA NOS DIAS ATUAIS

Cidadania é um termo cujo significado encontra-se em constante evolução, sendo modificado e ampliado através da história. Já esteve ligado somente ao exercício de direitos e deveres políticos, mas hoje, devido à evolução das relações sociais, possui um alcance muito maior que envolve também a questão da participação dos membros da sociedade em prol do bem comum. Há alguns anos atrás, os meios de participação social eram restritos, e daí também o conceito de que cidadão era aquele sujeito detentor do direito de voto. A nossa atual constituição federal trouxe enorme contribuição para a ampliação da noção de cidadania, através da instituição de diversos instrumentos de participação popular. Foi um grande passo, e por isso é chamada de “constituição cidadã”. A partir daí, algumas questões onde o abuso era mais evidente ganharam destaque e contribuíram ainda mais para a evolução da cidadania, como é o caso das questões de proteção aos direitos do consumidor e do agigantamento dos

DEMOLIÇÃO DOS QUIOSQUES NA PRAIA DAS CONCHAS E ILHA DO JAPONÊS

Na sexta-feira passada (15), aconteceu a demolição de quiosques na Praia das Conchas e na Ilha do Japonês por fiscais do INEA. Incrível a forma autoritária como as coisas acontecem hoje! Parece que o desrespeito e a força têm sido os principais instrumentos para atingir os objetivos! A questão ali estava sub judice , não havia ainda sentença determinando a demolição, como podem ver abaixo na tramitação do processo. E ainda, a forma como foram feitas as demolições revela total despreparo. Não respeitaram os carrinhos de ambulantes ali guardados, destruíram TUDO, quebraram vidros sem o menor cuidado e preocupação, deixando os pedaços espalhados pela areia da praia, agredindo aquele ambiente natural. Muito triste ver como tornou-se comum resolver as coisas "na marra". Falta total de respeito com anos de trabalho, afinal os quiosques pertenciam a trabalhadores e foram demolidos sem decisão judicial para tal. Seria muito bom saber o que a prefeitura tem a dizer sobre esse triste,

TEXTO EXCELENTE SOBRE RESILIÊNCIA

Como se forma um gênio como o escultor Auguste Rodin?   por Regis Mesquita   Blog www.psicologiaracional.com.br Em 1840 nasceu um gênio chamado Auguste Rodin? Não, ele se tornou um gênio , nasceu com potencialidades, vocações e plano de vida. A sua genialidade foi o fruto final de um longo processo de estudos, tentativas, erros, treinamentos, aprimoramentos, fracassos. Para cada obra bem feita, ele deve ter tido pelo menos uns 400 fracassos. Olhando pelo lado da proporção, o genial Rodin foi um fracassado. O pior vem agora: para cada obra Genial, para cada "obra prima", ele deve ter tido pelo menos uns mil fracassos (obviamente, estes números são projeções minhas). Rodin era pobre, foi rejeitado três vezes ao tentar entrar em escolas de artes. Mas, ele tinha uma arma infalível: ele brincava com a arte. Em nossa sociedade nós dizemos: "isto não é brincadeira, vamos fazer as coisas com seriedade. Se seguisse este preceito, Rodin teria si