Pular para o conteúdo principal

RECOMENDAÇÃO DE FILME: DEUS NÃO ESTÁ MORTO


Um rigoroso professor ateu de filosofia começa suas aulas exigindo de seus alunos que abstenham-se de questionar sobre a existência de Deus e, mais que isso, exige que acreditem que Deus está morto e escrevam estas três palavras em um papel: "Deus está morto".

Um jovem estudante cristão, porém, nega-se a fazê-lo. O professor então o desafia a utilizar um tempo das aulas dos próximos dias para provar a todos a existência de Deus, sob pena de ser reprovado na sua matéria.

Paralelamente, o filme conta histórias de vidas de pessoas afetadas por suas próprias crenças ou não-crenças em Deus.

É muito interessante observar as argumentações do jovem, que, resolve inverter o raciocínio e perguntar: ao invés de provar que Ele existe, por que não perguntarmos: por que Ele não poderia existir? Não há nada que prove que Ele não poderia existir!

O filme originou-se de processos reais de estudantes contra universidades e acadêmicos dos EUA que tentaram impedir a crença, o exercício da fé.

Para mim, o filme mexe muito com nossa capacidade de aceitação de tudo aquilo que nos ocorre prejudicando o nosso planejamento pessoal e nossos sonhos, tudo aquilo que vem nos mostrar que não temos total controle de nada, nem de nosso próprio tempo aqui na Terra. Aceitar fatos tristes, negativos, como perdas de pessoas queridas, doenças e incompreensões não é nada fácil. Entender que estes fatos têm um propósito maior que ainda não somos capazes de compreender é necessário, porém muitos, ao invés disso, revoltam-se contra Deus e passam a negá-lo, talvez como tentativa de, assim, impedir que essa força maior aja em suas vidas muitas vezes em sentido contrário de suas pretensões e desejos.

Muito bom o filme, recomendo! Vale a pena assistir!
Luciana G. Rugani

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A CIDADANIA NOS DIAS ATUAIS

Cidadania é um termo cujo significado encontra-se em constante evolução, sendo modificado e ampliado através da história. Já esteve ligado somente ao exercício de direitos e deveres políticos, mas hoje, devido à evolução das relações sociais, possui um alcance muito maior que envolve também a questão da participação dos membros da sociedade em prol do bem comum. Há alguns anos atrás, os meios de participação social eram restritos, e daí também o conceito de que cidadão era aquele sujeito detentor do direito de voto. A nossa atual constituição federal trouxe enorme contribuição para a ampliação da noção de cidadania, através da instituição de diversos instrumentos de participação popular. Foi um grande passo, e por isso é chamada de “constituição cidadã”. A partir daí, algumas questões onde o abuso era mais evidente ganharam destaque e contribuíram ainda mais para a evolução da cidadania, como é o caso das questões de proteção aos direitos do consumidor e do agigantamento dos

PARA HENRY BOREL

Não mais o riso fácil de criança! Os bonecos a lutar, Impulsionados por frágeis mãozinhas, Agora estão inertes Como inerte está  O seu corpinho sofrido. Não mais a alegria E o gosto da liberdade Dos dias fora do calabouço, O seu cárcere de dor. Quantos gritos mudos Em abraços silenciosos. Quantas dores caladas Gritadas em olhar de pavor. Quantos pedidos no choro fácil, No rostinho escondido no ombro No colo de sua algoz. Uma criança somente, E somente só. Única! Seu riso só seu, Seu olhar, sua identidade. Sua voz, seu abraço Únicos! Sua voz agora é silêncio, A mesma voz  Que animava brinquedos A mesma voz  Que implorava socorro na fala curta. Pai, me deixa ficar contigo! A luz aqui Pra sempre se apaga. Ficarão a saudade, E consciências sem paz. Mas a luz vive além Resplandece linda entre anjos. O anjo venceu o leão da arena E em outras esferas foi sorrir, Foi brincar, Foi viver. Liberto está, Para sempre, Das mãos frias de duros golpes, Dos abraços fortes de ódio E da tortura, Que dói

TEXTO EXCELENTE SOBRE RESILIÊNCIA

Como se forma um gênio como o escultor Auguste Rodin?   por Regis Mesquita   Blog www.psicologiaracional.com.br Em 1840 nasceu um gênio chamado Auguste Rodin? Não, ele se tornou um gênio , nasceu com potencialidades, vocações e plano de vida. A sua genialidade foi o fruto final de um longo processo de estudos, tentativas, erros, treinamentos, aprimoramentos, fracassos. Para cada obra bem feita, ele deve ter tido pelo menos uns 400 fracassos. Olhando pelo lado da proporção, o genial Rodin foi um fracassado. O pior vem agora: para cada obra Genial, para cada "obra prima", ele deve ter tido pelo menos uns mil fracassos (obviamente, estes números são projeções minhas). Rodin era pobre, foi rejeitado três vezes ao tentar entrar em escolas de artes. Mas, ele tinha uma arma infalível: ele brincava com a arte. Em nossa sociedade nós dizemos: "isto não é brincadeira, vamos fazer as coisas com seriedade. Se seguisse este preceito, Rodin teria si