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REVISTA DIGITAL ALDEIA MAGAZINE: COMEMORAÇÃO DO NATAL

Saiu hoje a edição 25, mês de dezembro, da Revista Digital Aldeia Magazine, com minha coluna "Cantinho das Ideias", na página 112 (clique no nome da revista para ler a edição completa).

Nesta edição, vamos comemorar o natal com uma mensagem e um belo poema! Desejo a todos os meus leitores um feliz natal e um próspero ano novo!


Caros leitores,

E assim, rápido como o brilho de uma faísca, chegamos novamente ao fim do ano. É incrível como o tempo está acelerado!
Como estamos na semana do natal, quero aproveitar para desejar a todos vocês um feliz natal e um próspero ano novo. Que o nascimento de Cristo seja realmente o foco, não somente nessa data, mas também em todos os dias de nossas vidas. Que Ele esteja presente em nós e no modo como tratamos o outro, seja esse outro uma pessoa ou algum ser da natureza. Que seja com mais empatia, respeito, acolhimento, solidariedade, verdade e amor, pois é no amor que Ele se expressa. Que as relações sejam construídas em função das virtudes e dos valores nobres que cada um tenha em si e cujo compartilhamento pode nos fazer crescer enquanto seres humanos.
Vamos refletir, vamos pensar se realmente Cristo tem renascido em nós verdadeiramente a cada natal. Vamos nos autoanalisar e verificar se temos agido com o outro da maneira que gostaríamos que agissem conosco.
E, para celebrar este natal, compartilho com vocês um poema que fiz para essa época:

Natal

Natal, nascimento do Cristo.
Cristo, o puro amor-doação,
Fusão de todas as virtudes.
O que dizer do natal
Dos secos e frios de alma,
Incapazes de conjugar os verbos "Amar" e "Doar",
Incapazes sequer de uma palavra dar?
Eis aí o Cristo presente?
O que dizer do natal
Entre os semideuses arrogantes,
Escravos da vaidade
Semeadores de dores?
Eis aí o Cristo presente?
Que o natal não seja apenas uma data festiva,
Que o natal seja natal, de fato.
Eu quero e desejo
Um natal com Cristo realmente presente,
Em que o Amor more nas atitudes,
E que o sentir seja prezado.
Quero um natal de vivência real,
Sem muros de pedra,
Sem geleiras na alma.
Um natal de sentir o outro,
Olhar o outro,
De descer do pedestal do egoísmo
E ter a nobreza de dizer:
"Venha, me perdoe" ou "te perdoo"
"Venha, não tenha medo, não irei feri-lo".
Um natal de acolhimento,
De respeito ao sentimento.
Eu quero e desejo
Um natal que brilhe a luz de um grande encontro,
Que entoe um canto de profundo encanto,
Para que, assim,
Em puro amor,
Se desfaça o pranto.

Luciana G. Rugani

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