sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

FRASE PARA REFLEXÃO



Sou do tipo que apoio, dou a mão, impulsiono, ajudo de coração e trilho junto o caminho pedregoso. Mas, caso receba de volta, sem motivo nenhum, silêncio e indiferença, então aí me desligo e não compactuo do jogo covarde em que prevalece a utilidade do ser. 
Que o ser prossiga sozinho em seu egoísmo e covardia, posto que respeito e consideração são requisitos  mínimos de qualquer relação pessoal. 

Luciana G. Rugani

DIVAGANDO


 Divagando...
E no meio de tantas incertezas, de tantas pérolas deixadas no meio do caminho, às vezes sem nem mesmo nos darmos conta, de tanta dor semeada por meio de palavras não ditas, que saibamos trabalhar em nós o turbilhão de emoções, a mistura do sentir que insiste em provocar a razão. Que possamos abrigar nosso desejo ferido à sombra das razões do Criador, e seguir o caminho que nos resta cientes de termos feito o melhor, de havermos tentado até onde Deus nos permitiu. Caminhar sabendo que cada um tem seu próprio tempo para o despertar, e que a nós só cabe deixar que sintam, com seus próprios pés, as pedras e poeiras do caminho.

Luciana G. Rugani

CABO FRIO É PONTO DE PESQUISA SOBRE PEIXES-DE-BICO


Cidade apoia projetos de incentivo à produção e conhecimento sobre espécies de peixes

Cabo Frio sediou, entre 16 e 23 de janeiro, um dos maiores campeonatos de pesca esportiva oceânica do Brasil, o 23º Cabo Frio Marlin Invitational. Estudantes e pesquisadores participaram do evento para registrar os dados sobre os chamados peixes-de-bico, como Marlim-azul, Marlim-branco, Marlim-polegar, Sailfish, Spearfish e Swordfish, espécies que podem ser encontradas no Oceano Atlântico.

Desde 2006 o Grupo de Estudos da Pesca da Universidade Veiga de Almeida (GEPesca/Uva), atua em conjunto com outras instituições científicas para desenvolver projetos de incentivo à produção e conhecimento sobre espécies de peixes.

Para os estudos, ovos fecundados e larvas dos peixes são recolhidos e acondicionados, depois é feita uma triagem e após a catalogação, o material é analisado em um laboratório nos Estados Unidos onde é feita a identificação do DNA.

A partir de outubro os pesquisadores vão intensificar o uso das marcas eletrônicas que capta informações por meio de sinal de satélite facilitando o acompanhamento e possíveis novas rotas e hábitos dos peixes. Além disso, ações externas e de conscientização são realizadas com frequência, para evitar a captura de alguns peixes como o Marlim-azul e o Marlim-branco, espécies em declínio que tiveram a comercialização proibida a partir de 2005.

Texto: Flávia Lira
Fotos: Divulgação

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