segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

CONSIDERAÇÕES SOBRE QUEDA DOS ROYALTIES, REPLANEJAMENTO E TRIBUTOS

Em março de 2013, na ocasião da derrubada do veto ao projeto dos royalties, postei neste blog uma reflexão sobre o tema, e venho hoje novamente abordar o assunto, agora sob o contexto da maior queda do preço do petróleo nos últimos seis anos.

Os royalties do petróleo mais uma vez promovem mudança na trajetória administrativa de várias cidades litorâneas, principalmente no estado do Rio de Janeiro.

Em Cabo Frio, o prefeito Alair Corrêa anunciou corte de 20% do próprio salário e dos salários dos secretários. A redução atingirá também os contratos e serviços. Anunciou também medidas constritivas de despesas com o carnaval. Além disso, o prefeito Alair, desde o início do seu mandato, tem assumido diretrizes para, cada vez mais, fortalecer os pilares do turismo, que é a vocação natural da cidade. O prefeito sabe da importância de consolidar cada vez mais essa atividade como principal fonte de renda do município, por isso, logo que assumiu, buscou revitalizar alguns principais pontos turísticos, como a orla da Praia do Forte, principal cartão postal da cidade, antes apagado e sem vida; o shopping Gamboa (Rua dos Biquines) e o Boulevard Canal. Criou atrações, como, por exemplo, o ônibus londrino, que possibilita ao turista ter uma visão geral dos principais pontos turísticos e conhecer um pouco da história da cidade.

Há muito que estamos tendo mostras de que não dá mais para considerar a receita dos royalties como certa e contínua. Um dia ela vai acabar. E até lá, flutuações no seu valor irão ocorrer. Enquanto isso, o tempo é de repensar a administração pública. 

Por trás de toda crise há uma oportunidade de crescimento, desenvolvimento de novas aptidões e talentos, é o que diz a antiga sabedoria chinesa. E se pensarmos bem, a história está repleta de exemplos de sociedades que amadureceram e se desenvolveram a passos largos após passarem por graves crises. Não serão estas flutuações no valor dos royalties, sua queda brusca, o fim do recebimento em novos contratos,  sinais de que é chegado o momento de inovar, de mudar certos hábitos hoje já insustentáveis na administração pública e também na vida enquanto cidadãos? O prefeito está dando seu primeiro passo nesse sentido, primeiramente ao enxergar a realidade de que o turismo deve ser o foco estratégico principal, pois ele é que move as engrenagens do desenvolvimento em Cabo Frio. E, segundo, ao dar o exemplo através da redução de seu próprio salário e dos secretários e das restrições no carnaval. Agora eu pergunto: e nós, cidadãos, o que podemos fazer?

Se queremos uma cidade cada vez melhor, com desenvolvimento e qualidade de vida, primeiramente temos que cumprir com nossa parte nesse sentido. Sabemos da desmotivante tradição brasileira de muitos tributos e poucas realizações, mas isso não deve ser motivo para que deixemos de cumprir o que nos cabe, abrindo mão totalmente de nossa razão,  principalmente em relação à nossa cidade de Cabo Frio, onde vemos as coisas sendo realizadas, onde temos retorno do que pagamos. O governo tem trabalhado, tem investido, isso é notório para qualquer um. O benefício será para todos, então por que uns pagam IPTU e outros não? Não enxergam que o velho hábito de se acharem "especiais" demais para cumprirem certos deveres, inclusive o de pagar seus tributos, é o que mais emperra a administração pública e que hoje, devido à complexidade da administração, tornou-se este hábito inconcebível e ultrapassado? Por que uns devem pagar por outros que têm condições financeiras de bancar seus deveres, mas não o fazem por puro hábito de viver explorando o outro? Onde fica a isonomia tributária? Isso não significa esperteza, isso significa incapacidade para viver em sociedade, anulação total de si mesmo enquanto cidadão, pois entendo que direitos pressupõem deveres, e se não cumpro o que me cabe fazer, tendo condições para tal, automaticamente abro mão dos meus direitos de cidadão.

Agora é época de pagar o IPTU. Eu já fiz minha parte, e espero que essa crise dos royalties leve a um amadurecimento desta questão e que a arrecadação possa aumentar de uma forma mais justa e equânime, com a contribuição dos que devem, podem pagar, mas não o fazem.

A questão dos royalties como receita incerta e finita está em foco e não é de hoje. Já faz tempo que vem surgindo no horizonte a certeza de que um dia a fonte seca, daí a necessidade de repaginar, de atualizar, de mudar velhos hábitos personalistas, isso se realmente quisermos que a cidade siga desenvolvendo-se com investimento na qualidade de vida, o que refletirá em benefícios para todos.

Luciana G. Rugani*

*em tempo, atualizando este texto em 25/01/15:

dia 24/01, ontem, o prefeito Alair Corrêa postou no seu face mais uma ação que fará no sentido de melhorar a arrecadação. É o governo fazendo sua parte, e novamente vale o alerta aos cidadãos para que façam a sua. O prefeito dá o exemplo mais uma vez ao dizer que criará uma força tarefa para arrecadar daqueles que devem, mas não pagam. Com isso, aumentará a arrecadação sem precisar aumentar o tributo. Fica aqui o nosso parabéns ao prefeito e desejo de que prosiga firme nessa meta. Seguem as palavras do prefeito:

"UMA FORÇA TAREFA ESTA SENDO CRIADA PARA BUSCAR O DINHEIRO DE QUEM DEVE IPTU A PMCF. Devido a riqueza do petróleo fomos abandonando nossas receitas internas, inclusive, a mais importante delas, o IPTU. O governo anterior, leia-se MM, por exemplo, por ter uma sobra anual de mais R$100 milhões porque não pagava o Plano de Cargos e Salários dos funcionários, se deu ao luxo de conceder para os construtores de prédios e residências de luxo parcelamento a perder de vista do ITBI, ISS, ALVARÁS, etc... o pior que esses empresários, de posse do recibo da primeira parcela, recebia a certidão de quitação e com ela conseguiam financiamento bancário, vendiam os prédios e NUNCA MAIS PAGAVAM AS OUTRAS PARCELAS AO MUNICÍPIO. O governo da época enriquecia os seus amigos e tornando nossa cidade mais dependente dos ROYALTIES do petróleo. Lembramos que em todos os seus oito anos de desgoverno deu isenção das multas e da correção monetária aos grandes devedores num verdadeiro bacanal financeiro, o pior, com dinheiro que não lhe pertencia. NESSE ASPECTO POSSO AFIRMAR, QUE FUI BEM RESPONSÁVEL POIS NOS MEUS DEZESEIS ANOS DE GOVERNO EVITEI DAR ISENÇÃO AOS DEVEDORES DA PREFEITURA, JÁ QUE ENTENDIA QUE ESSA ATITUDE ERA COMO DAR UM INCENTIVO AO MAU PAGADOR E UM DESRESPEITO AOS 28% QUE SEMPRE PAGAM SEUS IMPOSTOS EM DIA. Por isto, hoje todas as nossas receitas internas representam a metade de todo o dinheiro que entra nos cofres do município, sendo que os outros 50% vem da Petrobras. Queremos então diminuir essa dependência para no máximo 15%, mas para isto precisamos aumentar nossa arrecadação em impostos, vamos então com uma força tarefa cobrar aos devedores o ISS, IPTU e outros impostos que os contribuintes devem a Prefeitura. Pedimos, por isto, compreensão a toda a população com essa cobrança, pois nossa intenção é tentar resolver nossos problemas financeiros aumentando nossa arrecadação para não cortarmos os investimentos que hoje temos para com saúde, educação e outras também indispensaveis. NÃO VAMOS AUMENTAR IMPOSTOS MAS SIM COBRAR AOS QUE DEVEM AO MUNICÍPIO. Essa é a hora do dever de todos com a cidade para que ela continue sendo nosso orgulho e nossa alegria, ninguém terá que doar nada, apenas cumprir com sua obrigação de cidadão pagando o seu imposto. CABO FRIO NOSSA TERRA AMADA. ( No meio da semana outras atitudes serão tomadas, aguardem )"

domingo, 18 de janeiro de 2015

VISITA À CASA KUBITSCHEK

Hoje fomos passear na orla da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte, e resolvemos aproveitar para conhecer a "Casa Kubitschek".

Construída em 1943 para ser a casa de campo do então prefeito de BH, o ex- presidente Juscelino Kubitschek, foi projetada por Oscar Niemeyer com paisagismo de Burle Marx. Em 1951 foi vendida a Joubert e Juracy Guerra, ficando sob a posse da família até 2006, quando foi adquirida pela Prefeitura de Belo Horizonte.

O espaço foi transformado em museu público, todo em estilo modernista, com mobiliário original de 1951. 

Por ser uma residência de final de semana, a área social da casa é extremamente valorizada, pois as principais atividades ali desenvolvidas eram de cunho social e de lazer. Possui um jardim que acolhe e convida à visitação. Contém espaços especializados de lazer, como sala de jogos, piscina, pátio interno, pomar e pavilhão de lazer. É uma casa para receber, com amplo setor social e um bem resguardado setor íntimo.  

Nas paredes do quarto de solteiro, correspondências, cartas de JK. No outro quarto de solteiro, projeção de imagens da época. No quarto do casal, alguns quadros pendurados contendo pequenos relatos feitos por familiares e amigos das famílias JK e Guerra. Na garagem, um acervo de fotos e textos sobre a época da construção e inauguração do complexo arquitetônico da Pampulha, além de TV's com fones para ouvir historiadores dissertando sobre tema. Os textos reproduzidos no acervo, de autoria de diferentes pessoas, contêm peculiaridades da história do local. Podemos dizer que talvez fossem os "blogueiros" e formadores de opinião da época.

A sala de música era o local da casa onde o ex-presidente Juscelino costumava sentar-se para apreciar as músicas de sua preferência, tendo à sua frente a belíssima vista da Lagoa da Pampulha.

Na área externa, o pavilhão da piscina encontra-se em reforma, por isso ainda não está aberto para visitação, o que poderá ocorrer em breve.

Vale a pena conhecer, a casa é linda! E ainda nos faz realizar uma viagem ao tempo, pois, ao adentrarmos seus espaços, perfeitamente decorados com mobiliário da época, nos sentimos como que nos transportando aos dourados anos de 1950.

Abaixo seguem um pequeno vídeo e algumas fotos do local:




 



 


 


 


 


 



 



 


 


 



 


 


 


 


 



 Fonte das informações: folders e guia de visitação Casa Kubistchek
 Luciana G. Rugani

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

RECEPTIVIDADE: REQUISITO FUNDAMENTAL NO GERENCIAMENTO DO TURISMO

Foto: perfil face prefeito Alair Corrêa
Tempo de férias, alta temporada. Época em que o assunto "turismo" atinge seu ápice nas discussões e debates na mídia. 

No final de 2014, gerou grande repercussão o pronunciamento do prefeito de Guarapari, no Espírito Santo, principalmente em Minas Gerais, que é um dos estados, ou até mesmo o estado, que mais "exporta" turistas para o litoral (vide matéria no link http://www.otempo.com.br/capa/economia/prefeito-de-guarapari-diz-que-turista-pobre-n%C3%A3o-%C3%A9-bem-vindo-1.962810). Tal pronunciamento gerou comentários em todos os cantos, seja na imprensa ou até mesmo em debates entre amigos. Repercutiu muito mal, a opinião geral foi de contestação à fala do prefeito.



O bom senso é requisito fundamental no discurso e na atitude de um homem público. E mais, nosso país é um país ainda preconceituoso, que carece de amadurecer bastante o pensamento e poucas não têm sido as campanhas contra qualquer tipo de preconceito. Neste contexto, um prefeito, agente político escolhido por uma parcela deste povo repleto de diversidades, como é o caso do povo brasileiro, ainda mais de uma cidade turística, que, por sua natureza, deve propagar uma mentalidade mais aberta e receptiva, falar de forma preconceituosa, conforme foi divulgado em vários jornais do país, penso que vai totalmente na contramão do avanço. Trata-se de um pensamento que denota barreiras, obstáculos, quando, ao contrário, deveria trazer uma visão ampla, conciliadora e receptiva, como deve ser a visão de um homem público principalmente em uma cidade que tem no turismo sua principal atividade.

Organizar, regulamentar, não deve significar impedir o acesso. Eu nunca concordei com medidas excludentes como parte de uma política pública elitista. Praias são bens de uso comum, portanto todo e qualquer brasileiro tem direito de delas usufruir. Penso que, com organização e consciência, todos são bem-vindos. Pode-se muito bem conciliar normas de organização com turistas de todas as classes sociais. Não é a classe social que determina a diferença na educação e no cuidado com o bem público, e sim o grau de conscientização. E o poder público, com sua função fiscalizadora, pode buscar essa conscientização através de uma boa regulamentação sem precisar agir de forma preconceituosa e excludente. 

Um bom exemplo temos na cidade de Cabo Frio. Cabo Frio tem ganhado de longe na preferência dos turistas, principalmente os mineiros. O empresário José Alexandre Magalhães, da BR-X Agência de Viagem e Turismo em Belo Horizonte, avalia: "Para Guarapari a gente divulga, quase não enche, e algumas são canceladas. Para Cabo Frio, o telefone não para de tocar. O mineiro já está deixando de escolher (Guarapari) pelo que a cidade oferece". (vide: http://www.otempo.com.br/capa/brasil/ap%C3%B3s-rea%C3%A7%C3%A3o-prefeito-capixaba-alega-ter-sido-mal-interpretado-1.963397 ). A cidade, além de oferecer uma infraestrutura muito melhor e ainda possuir belíssimas praias não poluídas, tem buscado investir em um organização sem tratar os turistas de forma discriminatória e preconceituosa. Podemos perceber isso no pronunciamento dado pelo prefeito Alair Corrêa, o qual eu destaco abaixo. O prefeito deixou claro, em sua mensagem, a adoção de uma postura receptiva aos turistas, sejam eles de que classe social forem. Mentalidade aberta, livre de preconceitos, conciliadora, própria de um administrador de cidade turística. E ao mesmo tempo vem implantando, por exemplo, medidas de ordenamento do acesso a praias; maior fiscalização por parte da guarda municipal em relação a estacionamento em áreas proibidas; mais agentes controladores do trânsito e mais trabalhadores na limpeza urbana. 

Cabo Frio é uma cidade que atualmente ganha de longe na preferência de turistas das mais diversas regiões, é um exemplo de que, com um bom gerenciamento, pode-se conciliar atrações turísticas para todas as classes sociais. Claro que nas altas temporadas o movimento é muito grande, a população quase quintuplica. Mas isso é natural em cidades turísticas praianas e sinal de que a cidade é atrativa. Nós mesmos presenciamos visitantes dos mais diversos estados brasileiros, desde estados do nordeste até do sul do país, além de estrangeiros. Pudemos verificar de perto que o governo vem fazendo sua parte e realizando um bom trabalho de gerenciamento até mesmo em períodos de alta temporada.

Vale destacar que, apesar de eu sempre ter sido admiradora do trabalho que o prefeito Alair Corrêa já realizou pelo município, não faço parte do governo e minha opinião aqui é isenta, sou somente uma cidadã cabo-friense que constituiu na cidade morada com ânimo permanente, onde paga em dia seus impostos e contrata seus serviços de água, luz, gás, internet, etc. etc... , portanto com vínculos jurídicos mais que suficientes para fazerem com que eu seja interessada no desenvolvimento de Cabo Frio, mas com preservação de sua qualidade de vida, acompanhe seu cotidiano e apoie aqueles que também têm por objetivo ver uma cidade cada dia melhor para cidadãos e turistas.

Luciana G. Rugani 

Pronunciamento do prefeito Alair Corrêa publicado no seu perfil do facebook no dia 04/01/15:




FIM DE FESTA, DEVER CUMPRIDO!


Após meses de preparação tivemos a mais esperada festa de nossa cidade, O REVÉILLON. 

Foram momentos de muito trabalho, dedicação e tensão , compensados por termos alegrado a mais de 1.000.000 (UM MILHÃO ) de pessoas , que participaram da grandiosa festa da virada em nossas praias.

Foi gratificante ,como Prefeito, ter presenciado milhares de famílias se confraternizando com abraços, beijos e cantando. Parabéns a todos! 
Permitam-me mandar um recado para os que pregam a tragédia e o caos: Vocês que anunciaram que tudo seria ruim e que a desordem imperaria, que faltaria tudo : Segurança, energia elétrica, água e atendimento na Saúde etc.
É com uma imensa alegria que posso, agora, responder a vocês. Graças a DEUS Deu Certo e todos voltaram para suas casas,cidades e Estados em absoluta PAZ. 
Tivemos uma grande festa em Cabo Frio e nela imperou a alegria o AMOR E A PAZ. 
A equipe da Prefeitura mostrou competência para organizar eventos desse porte.Trabalhamos unidos com as demais instituições. PM, BM, GM juntos, colocamos mais de 1.000 Agentes funcionando no apoio, foram os verdinhos, amarelinhos e os pretinhos ligados aos setores de transporte, postura e ordem pública. Eles, com a nossa Guarda Municipal, tomaram conta das nossas ruas e praias, preparados que foram para o ordenamento da cidade. 
Tivemos congestionamentos, é verdade, mas qual a cidade turística no Brasil não teve? 
Todos na cidade trabalharam, ganharam dinheiro com os turistas pobres ou ricos e com eles se divertiram. 
Aos Mineiros,Cariocas, Paulistas, Brasilienses ,Nordestinos, Sulistas ou melhor, Brasileiros de todos os Estados: OBRIGADO, VOLTEM SEMPRE A CABO FRIO!
NÓS ,CABOFRIENSES, SOMOS APENAS MORADORES E NÃO OS DONOS DA CIDADE COMO DESEJAM SER UNS POUCOS QUE AQUI RESIDEM. O QUE NÓS TEMOS COMO MORADORES FIXOS É A RESPONSABILIDADE DE CUIDAR DA CIDADE PORQUE DESFRUTAMOS DELA COM NOSSAS FAMÍLIAS O ANO INTEIRO, NOS DESCULPEM PELA IMPERTINÊNCIA DE ALGUNS OU A REJEIÇÃO DE OUTROS A VINDA DE VOCÊS. NÃO LIGUEM, PORQUE 95 % DA POPULAÇÃO ,APESAR DOS TRANSTORNOS DA SUPERLOTAÇÃO, GOSTAM DA ALEGRIA DE VOCÊS E TAMBÉM DOS RECURSOS QUE TRAZEM PARA NOSSA GENTE, CONSUMINDO NAS PRAIAS E NO COMÉRCIO.
O POETA CARRIÇO ESCREVEU :" ... NÃO HÁ FORASTEIROS, POIS NESTA TERRA TODOS SÃO IGUAIS". 
Essa batalha, Graças a DEUS , nós vencemos.
Tivemos transtornos com o trânsito e talvez algumas complicações. Mas tudo bem distante do caos que anunciaram e que torceram para que não desse certo! FOI LINDO E DEU CERTO! 
Agora vamos pedir a Ele que o retorno dessa gente para seus lares seja tranquilo! Nós, cabo-frienses, ficaremos aqui certos de que nesses cinco dias nossos visitantes se divertiram e gastaram, possibilitando alimento para milhares de famílias cabo-frienses por muitos meses , assim como permitirá a outras centenas, reformas em suas casas, além de, com as super vendas , terem permitido aos comerciantes de Cabo Frio, saudarem parte de suas dívidas. 
A partir de hoje, ficaremos apenas com o público do verão, que não é pouco, e com a nossa população, que já ultrapassou a 200.000 habitantes.
Obrigado a todos os cabo-frienses pela compreensão e aos poucos contra, desculpem- me por ter esvaziado o discurso de vocês ao realizar essa grande festa. 
Sou ciente que o prazer de vocês é criticar. Se não fizéssemos, ouviria: " Tá vendo ? Alair não fez shows, não soltou fogos, não fez nada"
Lamento,meus caros, esse gostinho vocês não terão enquanto eu for Prefeito! 

Feliz 2015-Cabo Frio Quatrocentão

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

RECOMENDAÇÃO DE FILME: DOCUMENTÁRIO "DATA LIMITE, SEGUNDO CHICO XAVIER"








Hoje assisti ao documentário "Data Limite, segundo Chico Xavier".

O filme engloba diversos aspectos componentes do tema maior, o qual refere-se a uma afirmação feita por Chico Xavier de que, desde que o homem pisou na lua, em 1969, a humanidade obteve, das potências celestes do sistema solar, uma dilatação de prazo de 50 anos para aprimorar-se moralmente e em paz, sem mais nenhuma guerra mundial. O prazo se extinguirá, portanto, em 2019. A partir daí, se a paz houver sido preservada, viveremos uma nova era de maior conhecimento, maior abertura para contato com seres de outros orbes para intercâmbio de informações acerca do desenvolvimento científico, promovendo inclusive a cura de doenças, uma era de maior amadurecimento da humanidade. Mas se o homem deixar-se levar novamente pelos caminhos de uma nova guerra mundial, a evolução prosseguirá, mas, infelizmente, em um ambiente de muita dor, pois nosso planeta também tem seu ciclo evolutivo e não suportará mais as energias densas de um novo conflito generalizado, devolvendo esta energia em forma de catástrofes naturais.  Uma terceira guerra mundial seria uma guerra sem vencedor. 

Vale a pena assistir ao filme, bastando para isso clicar no vídeo acima.

Eu penso que nossa situação atual é preocupante. À primeira vista, parece algo óbvio dizer que uma terceira guerra mundial não aconteceria hoje em dia, pois, devido ao arsenal nuclear, destruir o inimigo significaria destruir também a si mesmo. Mas em termos de seres humanos, nunca há obviedade. O ser humano é uma caixinha de surpresas com seu psiqué muitas vezes ilógico, dominado por sentimentos rasteiros, derivados do egoísmo e orgulho exacerbados.

O fanatismo é um exemplo desse sentimento. Mata-se por algo irracional, doentio. Promovem-se atos terroristas movidos por ideias totalmente ilógicas, inundadas de fundamentalismo. E, em consequência, brotam as guerras contra o terrorismo, que são mostras do que seja uma guerra sem vencedor e sem inimigo determinado. Hoje em dia vivemos como se estivéssemos em um caldeirão de água fervente, prestes a entornar.

Somos ainda seres belicosos. Somos como pavios acesos e deixamos a bomba explodir por muito pouco. Na relação com os outros, deixamos o melindre falar mais alto e já partimos para a guerra pessoal, para intrigas, ofensas, conflitos. Isso gera uma energia pesada que, somada à energia dos demais seres humanos, gera um ambiente belicoso em todo o planeta, tornando o ambiente propício para eclosão de conflitos. Assim também funciona a nível de universo: um cataclisma na Terra afetará  não só o planeta, mas também a todo o universo. Isso é certo, é fato. A interligação é lei natural. Nada está solto no universo, e a ação destrutiva de uma parte afetará o equilíbrio universal. Somos Todos Um.

Precisamos acordar e atentar para a necessidade premente de iniciarmos a mudança em nós mesmos. A mudança individual, traduzida em mais cooperação do que destruição do outro, maior compreensão, mais empatia e amor nas relações humanas e elevação dos caracteres intelecto-morais, levará à mudança vibracional da humanidade. A partir daí, compreenderemos nossa razão de ser, nosso objetivo maior na existência. Ampliar-se-á o entendimento de que fazemos parte de uma família universal, que não somos o único mundo criado por Deus. "O próprio Jesus, a quem reverenciamos como nosso senhor e mestre, disse: Há muitas moradas na casa de meu Pai" (Chico Xavier). 

Já dizia Sócrates, sábio filósofo da antiguidade: “Não sou nem ateniense, nem grego, mas sim um cidadão do mundo". Sócrates, naquela época, já demonstrava um saber muito avançado, pois se até mesmo hoje, que o entendimento já se ampliou, ainda há predomínio do individualismo, de uma visão excludente, restrita e preconceituosa, imagina então naquele tempo quando a mente humana era ainda mais fechada em seus clãs, vilarejos, cidades. Seria demais incompreensível, para a humanidade daquela época, se ele falasse em “cidadão universal”. Mas Sócrates já semeava a idéia de universalidade.

No passado, a compreensão da humanidade era ainda mais individualista. Temos, por exemplo, as questões ambientais, quando simplesmente não se enxergava a relevância do tema e a importância de cada um fazer sua parte em prol de um meio ambiente saudável para todos. Era puro desconhecimento. Antigamente pensava-se que bastava cuidar bem de si mesmo, do seu espaço e pronto, viveria-se bem a partir daí.

Atualmente, com o advento da globalização e internet, já temos a compreensão de que não podemos mais viver neste individualismo do passado. Vivemos um constante compartilhamento de deveres e responsabilidades, e consequentemente, maior necessidade de respeito aos direitos alheios, sejam estes de seres humanos ou de seres da natureza. Nossas ações repercutem diretamente em nosso próximo. Começa a abrir-se caminho, agora, para o entendimento de que somos "cidadãos universais". Nossa sociedade encontra-se em condições de compreender melhor o significado deste termo. Vivemos uma era globalizada, onde o conhecimento não pode ficar e nem ficará mais restrito. A natureza nos mostra diariamente os resultados de anos a fio vivendo um modo de ser egoístico, e vem nos alertando para a necessidade de mudança e entendimento da universalidade.

Em pequena escala, já vislumbramos pessoas, ou núcleos, tomando as rédeas desta mudança em suas vidas, em suas relações com o outro. Mestres do saber deixam seu exemplo e suas lições para que possamos abrir nossos olhos. 

Chico Xavier é um destes mestres. Sua vida inteira foi um exemplo de integração com o outro, de boa semeadura, foco no trabalho do bem, aplicação de sua energia totalmente neste trabalho e nenhum gasto energético com melindres e mágoas decorrentes das críticas ferrenhas que recebia. É um exemplo para nós de como mudarmos e ampliarmos nosso nível de consciência individual para que assim estejamos fazendo nossa parte na mudança vibracional coletiva. 

Se vamos mudar a humanidade inteira com nossa mudança interior? Não pensemos nisso. Saibamos simplesmente que somos parte desse processo, somos parte do todo, e como tal influenciamos no resultado geral. Então colaboremos dando o nosso quinhão, façamos nossa parte buscando a autorreflexão a cada dia em torno de nosso proceder, do que estamos sentindo, dos nossos pensamentos, buscando efetivamente uma constante renovação do que precisa ser mudado em nós para que melhoremos nosso padrão vibratório, o que, com certeza, deixará sua consequência no padrão vibratório coletivo. 

Que possamos dar de nós o nosso melhor, espalhar as boas sementes, que certamente produzirão algum fruto neste Universo, e lembremos sempre: somos SERES UNIVERSAIS.

Luciana G. Rugani

sábado, 3 de janeiro de 2015

SHOW DE FOGOS DE CABO FRIO (RJ): UM ESPETÁCULO DE LUZ E BELEZA

A cidade de Cabo Frio (RJ), conhecida por realizar o maior show do fogos do interior do estado, proporcionou aos seus cidadãos e turistas mais um maravilhoso espetáculo de luz e beleza no réveillon de 2015.

O show de fogos teve 21 toneladas de fogos espanhóis, chineses e italianos (17 minutos) disparados de balsas no mar, com a mostra de mais de 20 desenhos diferentes.

Na Praia do Forte foram quatro balsas (e mais cinco flutuantes menores). Na Praia do Peró foi uma grande balsa com fogos da mesma intensidade, duração e efeitos especiais dos lançados na Praia do Forte. 

Houve também 100 superbombas de 12 polegadas cada, que lançaram explosivos até uma altura de 300 metros, o que permitiu maior visibilidade em toda a cidade.

Os fogos foram acionados por sistema de radiofrequência (wireless) e acompanhados por uma belíssima trilha sonora. 

Foi um espetáculo de beleza e emoção. A multidão na areia em coro aplaudindo e expressando sua alegria e encanto. Predominou o ambiente familiar e acolhedor que sempre percebemos nos eventos da cidade. Vale a pena se programar para participar deste show nos próximos anos.

Abaixo segue o vídeo dos 17 minutos completos e algumas fotos:

Luciana G. Rugani 
Fonte das informações: site da prefeitura de Cabo Frio


Show de Fogos na Praia do Forte, Cabo Frio - RJ
A multidão começa a se dirigir para as areias da Praia do Forte: hora de aguardar pelo espetáculo




domingo, 28 de dezembro de 2014

MANDAR À MERDA TAMBÉM É CARIDOSO, VOCÊ SABIA?


Por Alamar Régis Carvalho


MANDAR A MERDA TAMBÉM É CARIDOSO, VOCÊ SABIA?

-- “Misericórdia! Logo você, Alamar, dizendo uma coisa desta? O que houve?”

-- Não houve nada de especial e nem eu sou qualquer pessoa “especial” que não possa me dispor a falar sobre isto, já que, conforme todo mundo que me conhece sabe, não suporto hipocrisias.

-- O mandar alguém ir à merda, em princípio, é algo que as pessoas vinculam sempre com grosseria, baixaria e educação rasteira, mas na verdade é algo que pode ser um “santo remédio” para muita gente, sobretudo pessoas metidas as bestas.

- Nós vivemos em um mundo movido por lei de ação e reação, também chamada de causa e efeito, popularmente entendida também com o “quem planta deve colher aquilo que plantou”; todavia as pessoas, no exercício da imbecilidade moral absoluta, insistem em querer contrariar a própria Natureza, que é a expressão do próprio Deus.

-- Por exemplo: O bandido terrorista que estupra, mata e queima o corpo da vítima deve ser tratado com todo carinho, sem experimentar nada daquilo que ele plantou. É isto que a sociedade hipócrita impõe.

-- A grande realidade é que nós só aprendemos se formos submetidos a provas. Ninguém passa de ano no colégio se não se submeter a provas, ninguém entra na faculdade se não se submeter a provas.

-- Diante disto, é importante que as pessoas parem com as suas frescuras e aprendam a ser mais coerentes para consigo mesmas e VERDADEIRAS para com os outros.

-- Existem pessoas que aparecem nas nossas vidas que são tão frias, insensíveis, chatas, indiferentes, metidas a puritanas, nojentas e metidas as bestas que a melhor atitude que a gente deve tomar para com elas é MANDAR IR À MERDA.

-- Isto não significa ser agressivo para com elas, significa falar a LINGUAGEM QUE ELAS ENTENDEM E MERECEM.

-- Muita gente acha que tem “um rei na barriga”, como dizem por aí, meninas e mulheres que se acham a Giselle Bundchem e homens que se acham o Gianechini. São pessoas que vivem em pedestais tão ridículos que parece que não cagam, não peidam, não tem mau hálito quando acordam de manhã e tem sangue azul.

-- Coloco este tema aqui porque tenho sido chamado a conversar, por muita gente que sofre por causa da indiferença, da frieza e da babaquice de certas pessoas, sejam elas namorados, maridos, ficantes, conhecidos do facebook, parentes, filhos... etc.

-- Desculpem-me, mas sofrem de graça, porque são bestas. A melhor coisa que você deve fazer para quem, explícita e claramente não lhe dá atenção e não lhe dedica a consideração que você merece é MANDAR IR A MERDA. Mas mande pra valer, solenemente. Se você puder se levantar para mandar, melhor ainda, porque fica mais forte.

-- Por que não podemos mandar alguém ir a merda sentado? E eu sei lá!!! Mande em pé que é melhor.

-- Eu posso lhe garantir que você vai se sentir muito melhor, do mesmo jeito que se sente bem ao eliminar o lixo de casa da sua vida. Tem pessoas que são verdadeiros lixos nas nossas vidas, não servindo para nada, portanto não nos acrescentando nada ter a sua amizade. Tem gente que não consegue ser amiga nem dela mesma.

-- E tem outra coisa: Se aparecer algum metido a santinho, do seu segmento religioso, lhe cobrando pela atitude que você tomou, mande-o ir a merda também, pra parar com a frescura.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

ENCONTRO DOS AMIGOS DO ALAIR CORRÊA

Segunda-feira, dia 22, aconteceu no Costa Azul Iate Clube, em Cabo Frio (RJ), um Encontro dos Amigos do Alair Corrêa.

Foi um encontro-surpresa para Alair, organizado por seus amigos, para homenageá-lo e também para rever amigos que há muito tempo não se encontravam.

Fui convidada a participar da comissão organizadora como representante do grupo para falar algumas palavras em homenagem a Alair. Receber tal convite para mim foi grande honra, e motivo de enorme alegria, pois Alair Corrêa é o político que admiro e sempre admirei, além de ser também uma pessoa incrível que pude conhecer mais de perto e aprender muito sobre algumas de suas características pessoais que tornam um ser humano ainda mais especial.

Foi para mim uma noite muito feliz, em que predominou a alegria, mas também o nó na garganta de emoção por reviver momentos, histórias vividas, e por lembrar de tudo, desde o início, quando comecei a viver essa linda história na caminhada com Alair.

Agradeço aos organizadores, e em especial à Andréa Corrêa, pelo convite e pela oportunidade de estar presente neste momento de tanta alegria. Parabenizo a todos os demais membros da comissão e também a todos que participaram com seu trabalho em cada detalhe deste evento.

Abaixo seguem algumas fotos e o vídeo de minha fala:






Foto: Carlos Garfinho
Foto: Rafa Martins
Foto: Carlos Garfinho

Foto: Tony Godoy









Foto: Carlos Garfinho




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