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O LADO OCULTO DA PANDEMIA

Muito se fala sobre aspectos físicos e sociais da pandemia. Sintomas da doença, isolamento social, efeitos na economia, etc. Tudo isso nós vemos, ou percebemos, de forma bem clara. Mas há alguns aspectos que só percebemos com uma observação mais profunda.Dizem que este vírus veio trazer à tona algumas verdades. E, realmente, algumas são notórias, como a verdade da triste situação do sistema público de saúde, a verdade do acúmulo de poluição nos ares, mares e rios e a verdade de que somos todos humanos, ricos e pobres, sujeitos às mesmas doenças e morte. Mas há uma outra questão, que vale a pena destacar: essa pandemia veio revelar também a verdade de cada um, o interior de cada um. Explico.Quando começou a pandemia, nunca imaginei que veria um governo agir com tamanha displicência, como agiu o governo federal, e nunca imaginei também ver pessoas brigando entre si, algumas até negando a pandemia e negando-se a tomar medidas protetivas, como uso de máscaras e isolamento social. Parece q…
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POEMA DE MARCINHA RIBEIRO - VARIANDO DAS IDEIAS

O livro "Variando das Ideias", de nossa querida confreira Marcinha Ribeiro, é um livro que nos transmite paz e confiança. Seus poemas são como gotas de luz que sanam nossas dores. Quando estamos tristes, com nossos corações angustiados por qualquer razão, nada melhor que um livro com mensagens positivas e o livro de Marcinha nos traz essa positividade e força para os momentos difíceis. Marcinha fala muito sobre a necessidade de cultivarmos o amor, sentimento tão escasso em nossa sociedade humana.Destaco abaixo um de seus mais lindos poemas, o qual compartilho com vocês para que leiam e sintam por si mesmos o efeito de suas palavras: Variando das ideiasQue a paz se instale, Que a alegria floresça, Que o amor perdure. Porque viver, Ouvi dizer, É mais que existir, Que os olhares encontrem-se, E encantem-se, E prolonguem-se, Que os abraços aconteçam, E fortaleçam, Os sentimentos. Que os encontros perdurem, Mesmo na distância, Pois amar, É além de seu pedido de amigos. Que o sol nasça, E nos refa…

PALÁCIO DAS ÁGUIAS - CABO FRIO

Texto e fotos de Evangelos Pagalidis:
O Palácio das Águias era tradicionalmente chamado de “Sobrado do Tutu”, nome de seu primeiro proprietário, Tertuliano Ferreira. O nome Palácio das Águias é porque no alto do telhado existem 3 águias. As telhas foram trazidas da França. Além dos ornamentos (águias), o sobrado constitui-se de 3 janelas, 3 portas, escada de metal branco, e tem traços de arquitetura da época do romantismo, de influência européia, predominantemente francesa, mas denunciando também alguns traços arabescos e portugueses. As esculturas, os detalhes da fachada, porta e janelas, mostram a evolução da arquitetura universal, importada da Europa. Situado na rua Érico Coelho, antiga rua Direita, no centro de Cabo Frio, o antigo Palácio das Águias hoje é apenas uma fachada do Banco Itaú e um dos poucos remanescentes da arquitetura eclética da cidade!

POEMA: RENOVAÇÃO

RenovaçãoVento sopraTudo se renovana leveza que fica.Luciana G. Rugani, 6/8/19

POEMA: INÚTIL

Inútil Inútil buscar pontes,Quando preferem muros.Inútil buscar afinidade, Quando preferem estranhamento.Inútil buscar alegria, Quando preferem a dor. Inútil buscar, Quando preferem afastar.O bom semeador não semeia a dor.Aquele que afasta o amor, Cultiva desamor. Luciana G. Rugani

POEMA: SERES ESTRANHOS

Seres Estranhos

Há seres estranhos,
Há pessoas estranhas.
Um dia acolhem com sorriso,
Outro dia indiferença.
São pessoas doentes
Doentes de alma
Vidas que resumem-se à fria matéria
São sugadas, e nem percebem.
Seres estranhos, pessoas estranhas
Seres estranhos não vivem,
Pessoas estranhas nos esvaziam
Sou mais o que preenche,
Sou mais a essência, o real
Sou mais o Viver!

Luciana Gonçalves Rugani, 2/8/19

POEMA: A GUERRA

A guerra
Povos em guerra, corações em guerra. Cada semelhante,  inimigo em potencial. A guerra não está só lá fora, a guerra não está só além.

O mundo bélico? coração bélico. Amor? figura de retórica. Sentimentos são ardis. relações? mapas estratégicos.

Todo o bem que se fez em um átimo se olvida. E o ser,  imerso em destruições, inimigo de si mesmo, afasta o bem, afasta o amor, afasta Deus.

E a cada queda,
seu ego vibra.
Vinga,  vitória! Guerreia-se com mísseis, fuzis ou palavras. Soma-se perdas. dores semeadas? vitórias alcançadas.

Seu ego o cega, a cada dia torna-se nada, a destruição que semeia esvazia sua essência. Insatisfação, falsas alegrias, um certo cansaço de tudo. Porém nada o faz despertar
e enxergar sua triste doença crônica
de não saber amar.
Luciana G. Rugani, 8/1/2019