Pular para o conteúdo principal

11ª EDIÇÃO LEITURAS NO MART - MARIANA SALOMÃO CARRARA

Hoje aconteceu a 11ª edição do projeto "Leituras no Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio - Mart", organizado pelo coletivo Mulherada que Escreve. 
Prosseguindo no tema "Memórias e Identidades Femininas", foi feita a leitura do conto "O coração da casa", de autoria da escritora e defensora pública Mariana Salomão Carrara. A literatura de Mariana é focada nas relações humanas, no afeto e no luto. A escritora foi finalista do Prêmio Jabuti no ano de 2020 com seu livro "Se Deus me chamar não vou" (2019).
O conto "O coração da casa" parte de um fato comum e provoca as mais diversas reflexões. A partir de uma geladeira que estraga e da espera pelo conserto, a autora relata os pensamentos que tem e a observação de detalhes do seu ambiente cotidiano, detalhes esses que ela nunca havia percebido e sobre os quais nunca havia parado para pensar, surgindo, ainda, reflexões e conclusões pessoais sobre as relações cultivadas no ambiente do lar.
Após a leitura, houve um enriquecedor debate que trouxe à baila interpretações sobre as relações humanas apresentadas no conto e também interpretações contextualizadas com aspectos atuais da sociedade brasileira e da sociedade humana como um todo.
São simplesmente sensacionais esses encontros no Mart! Mais uma vez, meus parabéns ao coletivo Mulherada que Escreve!
Os encontros acontecem sempre na primeira terça-feira do mês, de 18h às 20h.

11º encontro do Leituras no Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio - Mart - coletivo Mulherada que Escreve11º encontro do Leituras no Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio - Mart - coletivo Mulherada que Escreve

Luciana G. Rugani

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

4ª EDIÇÃO DO BARALHARTE - TEMAS DA ATUALIDADE

Ontem, sábado, aconteceu a 4ª edição do BARALHARTE!  Trata-se de um encontro de debatedores sobre quatro temas atuais, representados pelos quatro naipes do baralho e por quatro regiões diferentes de nosso país. Cada debatedor leva um tema que será debatido pelos demais e também por convidados presentes. Os debatedores desta edição foram eu, Luciana, representando o estado do Rio de Janeiro, Gilvaldo Quinzeiro, representando o Maranhão e Amaro Poeta, representando Pernambuco. Fernanda Analu, representando Santa Catarina, em razão de um compromisso de última hora, não pôde participar. Mas contamos também com as convidadas Mirtzi Lima Ribeiro e Valéria Kataki e com os convidados Hairon Herbert, Julimar Silva, Ricardo Vianna Hoffmann e Tarciso Martins. Agradeço a Gilvaldo Quinzeiro pelo convite e pela oportunidade de participar de um encontro tão engrandecedor, oportunidade que temos para aprender muito sobre variados assuntos. Cliquem abaixo para assistir: Luciana G. Rugani

POEMA - DIREITOS HUMANOS

Direitos Humanos Humanos não parecem ser Os que a vida vivem a abater. Humanos não parecem ser Os que a liberdade insistem em tolher. Humanos não parecem ser Os que a equidade negam reconhecer. Vida, com dignidade, Liberdade, com respeitabilidade, Respeito à diversidade, Educação, com qualidade. Quesitos de uma sociedade Que reconhece a humanidade. Não há que ser humano direito Para um direito humano merecer. Ser perfeito não é o preceito  Basta apenas o ser! Será mera utopia Em meio à distopia? Direitos humanos, como há de ser Onde há mais desumano que humano ser? Luciana G. Rugani  2/9/2022

POEMA CIGANO

Navegando pela internet encontrei uma música cigana francesa simplesmente maravilhosa: "Parlez Moi D'elle", cantada por Ricão. Encontrei também um poema cigano encantador! Escolhi ambos para compor essa minha postagem que fica como uma singela homenagem ao povo cigano. Abaixo da foto segue o vídeo com a música e o poema logo abaixo. Assistam ao vídeo e leiam o poema. São maravilhosos! POEMA CIGANO Sou como o vento livre a voar. Sou como folha solta, a dançar no ar. Sou como uma nuvem que corre ligeira. Trago um doce fascínio em meu olhar. Sou como a brisa do mar, que chega bem de mansinho. Sou réstia de sol nascente, sou uma cigana andarilha. O mundo é a minha morada, faço dela minha alegria. A relva é a minha cama macia, meu aconchego ao luar. Acendo a luz das estrelas, salpico de lume o céu. Sou livre, leve e solta, meu caminho é o coração. Sou musica, sou canção, sou um violino à tocar. Sou como fogo na fogueira, sou labaredas inquietas. Sou alegre, sou festeira, trago...